sábado, 21 de janeiro de 2012

agora uma adivinha ...

um cowboy vai ate a uma aldeia montado numa egua e vai numa sexta-feira.
passa 3 dias na aldeia e volta na sexta-feira.
como e que isto é possível?











R: a égua chamava-se sexta feira. :)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

um mundo diferente.

Era uma vez uma família de nove pessoas, essas pessoas eram:
-Teresa, a Rita, a Natércia, a Paula, o Henrique, o Sérgio e o André.
Estes eram os filhos porque depois haviam os pais que eram a Lúcia e o Virgílio.
Esta família era muito unida mas também muito pobre.estas nove pessoas conseguiam viver só em três quartos de uma casa.
A casa deles já tinha o tecto partido.
Todos os que moravam naquela casa no seu aniversario só recebiam um chocolate, uma tarte, ou então cinquenta pastilhas, mas não pesem que era muito pois ano gastavam mais de dois euros e meio.
Uma noite depois de um jantar com pouca comida todos se foram deitar:
a Teresa, a Rita, a Natércia e a Paula foram dormir para um quarto e o Henrique, o Sérgio e o André foram para outro.antes de apagarem as luzes a mãe Lúcia e o pai Virgílio foram dar um beijo de boa noite a cama.
Passado um pouco a casa esta silenciosa e todos já dormiam, mas do quarto das meninas ouvia-se um ruído que vinha da cama da Rita.
A Rita mexia-se muito e dizia palavra sem sentido.
ela estava a sonhar...
...entrou no mundo dos sonhos.
Abriu a porta do mundo real para o mundo dos sonhos...
...entrou numa nova aventura.
Tudo começou quando...
...Rita acorda na sua cama, no seu palácio, no seu oceano...Sim porque ela era uma princesa sereia que o pai tinha muito poder no Oceano Atlântico.
Um dia a Rita foi apanhar algas para o seu banho.
Ela olhava muito bem para ver se não tinha bichos, mas o que ela agora não sabia e que havia uns bichos que se enrolavam e se escondiam nas algas, ficavam muito pequeninos.
A Rita teve asar pois apanhou uma alga com bichos.
Como ela não o viu deixou-o ao lado da banheira enquanto ela se despia.
O bicho ,mergulhou e ficou enorme.
A Rita que ia a entrar na casa de banho com a toalha a ta pala desatou a correr e gritar.
De repente acorda e vê que tudo não passava de um sonho.
Vitoria vitoria acabou-se a historia

domingo, 10 de janeiro de 2010

Uma vida em miniatura

Era uma vez um menino chamado Joaquim, que morava em Lisboa mas como estava em tempo de férias foi para casa dos avós no campo, onde estava tudo coberto de relva verde e cores muito vivas. Depois de muitas horas de viajem o Joaquim saltou do carro e exclamou:

-Finalmente no campo! - E o pai dele exclamou também:

- Finalmente para a cama!

Depois do pai já na cama e das malas já estarem arrumadas o Joaquim foi ver as formigas e os formigueiros. Sentou-se no chão a pegar numa formiga ate que…

-Ai! – Neste momento reparou que uma formiga lhe tinha picado e que ele estava a encolher:

-Socorro, socorro, estou a encolher e a minha voz esta a ficar fininha.

Já estava tão pequeno que ninguém o ouvia, até que teve uma ideia. VOU CONSTRUIR UMA CATAPULTA para saltar aos ouvidos das pessoas e pedir-lhes que me acudam. Então pegou numa folha de carvalho e fez uma lista onde escreveu o que precisava; metade de uma casca de noz uma caixa de fósforos quatro botões de alguns paus. Primeiro foi arranjar uma noz. Depois de muito andar chegou finalmente à cozinha onde estava uma casca de noz. Começou a saltar-lhe em cima, para ver se a casca de noz se partia ao meio.

-Finalmente partiu-se! - Exclamou o Joaquim pegando numa colher para tirar o seu interior. A casca ficou escondida atrás do móvel para que ninguém a descobrisse e ficasse com ela. De seguida ouviu a sua avó resmungar que já não tinha fósforos então o Joaquim foi ver se ela já tinha deitado a caixa fora mas quando lá chegou viu logo a caixa de fósforos, pegou na caixa e viu que dentro da caixa estavam uns botões velhos. Agora só lhe faltavam uns paus. Pegou na caixa com os botões e levou-a para o pé da casca de noz. Logo de seguida foi à procura de paus, saiu de casa, a correr, para o quintal onde encontrou os paus que precisava. Como já tinha todo o material que necessitava para a construção da catapulta começou a montá-la. Passado alguns minutos a catapulta já estava pronta. Saltou para cima da casca, aconchegou-se, e gritou;

- CÁ VOU EU!

Ele voou até ao ombro da avó, a quem pediu ajuda. A avó começou a preparar um antídoto para tratar o seu neto contra o veneno da formiga. Quando o antídoto ficou pronto o menino tomou-o e quase instantaneamente voltou ao seu tamanho real.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Um conto de Natal.

Era uma vez num mundo muito distante. Nesse mundo os habitantes eram pequenos duendes, orelhas bicudas e verdes tal como o seu corpo. Apesar de terem o corpo verde estavam cobertos de borbulhas vermelhas e esponjosas.

A sua aldeia era pequenina tal como eles. Não havia carros, só bicicletas e patins e por isso a aldeia deles não estava poluída.

O natal chegou e ainda estavam duendes na praia a fazer castelos na areia, a lançar o papagaio e alguns até a surfar. Todos estavam felizes mas um pouco preocupados a pensar que não ia haver natal.

No dia seguinte as pessoas chegaram a praia e viram o pai natal a surfar.

-Oh! Oh! Oh! Pessoal, venham para a água, surfar comigo. Vai ser demais! – disse o Pai Natal - Oh! Oh! Oh! Melhor que dar presentes é surfar na crista da onda.

-Pai natal tem que dar os presentes! Se o senhor não os der não vai haver natal!

-Isso agora não me interessa fala ai com a mãe natal.

-Oi pessoal, gostam do meu biquíni? – Gritou a mãe Natal.

-Não! nós gostamos de si vestida de vermelho!

-Ok pessoal se me querem de vermelho, vou mudar de biquíni!

-Não, nós queremo-la com o fato de mãe natal.

-Ó meninos com este calor não me vou vestir assim. Vocês são malucos!?

-Oh! Oh! Oh! Pessoal, venham mas é surfar comigo vai ser radical!

-Não senhor, nós vamos para casa jogar consola.

-Ok, adeus! Vocês não sabem aproveitar o que é bom!

Passado algum tempo…..Toc … toc..toc…

- Quem é?

-Sou eu o pai natal. Parti uma perna e um braço e preciso da tua ajuda para distribuir os presentes.

-Mas julgava que não os queria dar, nem fazer!?

-Devias perceber a minha situação. Passo todo o meu tempo a fazer presentes para as pessoas e a ler cartas enormes que as vezes parece que não têm fim. Passo eternidades na fábrica dos brinquedos. Por vezes pensava que nunca mais ia sair de lá. Então um dia decidi vir passar férias aqui nesta pequena aldeia. Sabes aqui é bem diferente do pólo norte. Lá esta muito frio ao contrário de cá.

-Desculpe pai natal gostava de o poder ajudar mas não tenho poderes como o senhor. Não ia conseguir guiar o trenó. São demasiadas responsabilidades e eu ainda sou um duende de onze anos.

-Isso não importa a primeira vez que eu conduzi um trenó foi quando tinha dez anos .Foi no meu dia de aniversário. O meu pai já tinha um trenó muito velho então comprou um novo para mim. Nesse dia fiquei muito entusiasmado e pedi-lhe que me ensinasse a andar. Desde ai que sou o pai natal.

E agora já queres ser o pai natal este ano?

-Vou pensar no seu assunto. Mas só uma pequena pergunta, onde é que o senhor vai ficar?

-Eu vou ao teu lado a dizer-te por onde tens que ir. E a mãe natal vai lá atrás a segurar nos presentes.

- Ok! Até amanha.

No dia seguinte, o duende já estava no trenó quando se lembrou que quando fosse ajudar o Pai Natal, a sua mãe já estaria à sua espera para a Seia. O duende resolveu, então, perguntar ao Pai Natal o que fazer.

O Pai Natal coçou as barbas à procura de uma solução, mas a tarefa parecia muito difícil. De repente qualquer coisa muito estranha aconteceu. Todo o ar ficou brilhante e cheio de poeira. Todos tossiram muito.

-Cof , cof , cof – fez o pai Natal – Que se passa aqui?

O pequeno duende que também estava todo empoeirado espirrou com tanta força que levantou uma nuvem daquele pó estranho.

-Tem cuidado - disse o Pai Natal – assim sujas-me todo.

Rapidamente foram à janela tentar perceber o que se tinha passado. Assim que encostaram a cabeça aos vidros todos se riram muito. Estava também colada aos vidros, mas do lado de fora, uma Rena de Nariz verde cheio de bolhas vermelhas e esponjosas. O pai natal percebeu logo que estava ali a solução para o problema do pequeno duende que tão simpaticamente o tentou ajudar. Claro que numa só noite e em tão pouco tempo o Pai Natal não conseguiria entregar tantos presentes em tantas casas diferentes. Tinha que haver um mistério do Natal.

- Ah! Há tantos anos que entrego prendas que até me esqueço que para tudo é preciso ter magia e a creditar com o coração.

O Duende olhava sem perceber nada mas o pai natal continuou ;

- Para se poder dar tanta felicidade aos outros temos que ser muito bondosos, como tu foste.

-Eu? – perguntou o duende que já não percebia mesmo nada da conversa.

- Sim, tu. Foste a única pessoa que aceitou ajudar-me numa altura em que todos querem é estar em casa. E só quando pensaste na tua mãe é que ficaste com um problema. Nunca pensaste em ti.

- Sim, mas e como é que se resolve? não percebo nada! Atchim…Atchim.. - e o duende espirrou de novo e fez o ar ficar outra vez cheio de pó.

-Cof ..cof .. cof – fez o velhote das barbas- Esta poeira toda é da rena do nariz verde. A rena da esperança e do amor. Ela veio para nos levar.

- Mas e a minha mãe?

- Não te preocupes, quando acabares de jantar sais da mesa para lavar as mãos. Nós vamos buscar-te e quando acabarmos de dar os presentes levamos-te outra vez para casa. E com o dom da rena e a tua bondade vais estar em casa antes ainda de a tua mãe perceber que saíste.

O duende aceitou e fez tudo com o combinado.

Foi o melhor Natal de sempre na aldeia dos duendes onde se faz surf mesmo no dia de Natal. E todos ficaram a saber que a maior magia do Natal é A BONDADE E A AMIZADE!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Que rês haverá...


Começava a despontar a Primavera quando Jesus e os seus discípulos resolveram iniciar uma nova jornada por terras da Galileia.

Certo dia, quando se dirigiam de Nazaré para Tur´an, resolveram jantar e pernoitar em Canã, depois de terem visitado a respectiva feira. Dirigiram-se a uma estalagem onde encomendaram o jantar e reservaram os quartos para dormir. A estalagem estava quase cheia pelo que só conseguiram dois quartos com uma cama em cada um deles; assim, ficou assente que Mateus e Isaias dormiriam numa das camas e Jesus e Pedro na outra.

Resolvido o problema da dormida foram jantar. Jesus tinha encomendado um borrego assado para os quatro e como gostava muito de comer rins ficou a pensar se os teria de dividir com os outros três companheiros ou só com Pedro, que também era um grande apreciador daquela parte do animal.

Foi lavar as mãos e quando regressou viu que o apreciado cordeiro assado já estava fumegante e apetitoso à sua espera em cima da mesa. Pediram vinho e pão para acompanhar e começaram a comer com vontade. Porém, quando Jesus foi à procura dos rins na carcaça do animal para fazer a divisão por todos ou só por aqueles que gostassem, não lhes encontrou nem a sombra. Viu logo que deveria ter sido o Pedro, que na sua ausência os tinha tirado e comido, pelo que perguntou:

- Pedro, onde estão os rins do borrego? Comeste-os tu?
- Não, senhor. O borrego não tinha rins.
- Mentes Pedro. Diz-me lá, que rês haverá que rim não terá?
- Não sei, Senhor.

Jesus nada mais disse em frente dos outro companheiros. Quando se foram deitar, Jesus ficou deitado na cama do lado da parede e Pedro do lado da porta. Foi então que recomeçou com o interrogatório.

- Pedro, tu comeste os rins. Não sabias que eu e, se calhar, os nossos outros amigos também quereríamos provar um pouco?
- Não comi , Senhor. O borrego não tinha rins.
- Mas Pedro, que rês haverá que rim não terá?
- Não sei senhor.

Assim continuaram nesta conversa pela noite fora. O estalajadeiro que ouvia aquele falatório e não conseguia dormir, depois de várias voltas na cama disse para a mulher:

- Aqueles dois não nos deixam dormir, mas espera aí que já vão ver como elas mordem.

Agarrou num pau foi direito ao quarto e enquanto ia dizendo, “Seus mariolas, não deixam dormir ninguém!” começou a malhar com o pau em cima deles. Pedro, que estava do lado da porta foi quem apanhou com as pauladas todas.

Quando o estalajadeiro se foi embora, deixando Pedro todo dorido, Jesus disse-lhe:

- Está a ver Pedro, isso foi o castigo pela tua mentira.
- Não menti Senhor. Se o homem deu as pauladas todas em mim foi porque eu estava do lado mais próximo da porta.
- Não foi não, Pedro. Foi castigo por teres mentido. Confessa lá: que rês haverá que rim não terá?
- Não sei, Senhor. Mas se o homem só bateu em mim foi por eu estar deste lado da cama .
- Está bem, Pedro. Troquemos então de lugar de lugar mas tens de cofessar que mentiste.

Trocaram de lugar e continuaram a discussão. Jesus perguntando sempre “Que rês haverá que rim não terá?” e Pedro respondendo com o “Não sei, Senhor”.

A verdade é que o pobre estalajadeiro que continuava sem conseguir pregar olho com aquelas vozes que lhe chegavam do outro quarto. Disse então para a mulher:

- Aqueles não aprendem, parece que querem mais pancada, mas já vão ver quem manda aqui. Há pouco levou o do lado da porta agora vai ser o do lado da parede.

E se bem o pensou, melhor o fez. Entrou pelo quarto dentro e mesmo com a pouca luz que havia dirigiu todas as pauladas para o lado da parede, deixando o pobre Pedro mais uma vez castigado.

Quando o homem se retirou, foi um Pedro todo dorido que confessou a Jesus o pecado da sua gula.

terça-feira, 26 de maio de 2009

História com cerejas


Naquele tempo andava Jesus pela Galileia espalhando a sua doutrina, visitando aldeias e feiras. Certo dia, ia pela estrada de Cafarnaum a caminho de Jericó, quando encontrou Zebedeu. Cumprimentaram-se e Jesus perguntou:

- Para onde vais Zebedeu?
- Vou à feira de Jericó – respondeu.
- Também me dirijo para lá. Caminhemos juntos então.

E lá seguiram os dois por aquela poeirenta estrada a caminho de Jericó. A certa altura, Jesus reparou que do lado da estrada em que seguia Zebedeu, estava caída no chão uma velha ferradura perdida por algum burro, pelo que lhe disse:

- Apanha essa ferradura, Zebedeu, que ainda nos pode fazer jeito.
- Não vale a pena Senhor, está velha e ferrugenta.

Jesus nada disse; deixou seguir Zebedeu e sem que ele visse, baixou-se, apanhou a velha ferradura e guardou-a rapidamente na algibeira do gibão.
Chegados à feira cada um foi à sua vida, não sem antes terem combinado uma hora e lugar para se encontrarem e encetarem a viagem de regresso a casa. Perto da hora do regresso Jesus foi a um velho ferreiro, vendeu-lhe a ferradura que tinha encontrado por 5 piastras e com esse dinheiro comprou um saco de lindas cerejas que guardou para comer no caminho.

A caminho para casa Jesus seguia na frente seguido por Zebedeu, que era um homem um bocadinho gordo de mais, e a quem o calor que fazia provocava muita sede. Foi então que Jesus começou a comer as suas cerejas, sem que o companheiro que vinha atrás se apercebesse. Comia uma ou duas e disfarçadamente deixava cair outra no chão.

O pobre Zebedeu que o seguia esbaforido e com sede, de cada vez que via aquela cereja que Jesus tinha deixado cair vermelhinha e a brilhar ali no meio da estrada, baixava-se, apanhava-a, limpava-lhe o pó na dobra do gibão e engolia-a sofregamente. E esta cena foi-se repetindo vezes sem conta, até se esvasiar o saco que Jesus tinha comprado. Quando acabaram as bonitas cerejas, Jesus parou, virou-se para trás e disse:

- Estás a ver Zebedeu... Aprende que eu não duro para sempre. Não te quiseste abaixar uma vez para apanhar a velha ferradura, e agora tiveste de te abaixar uma quantidade de vezes para apanhar as cerejas que eu tenho deixado cair e que foram comprados com o dinheiro da sua venda ao velho ferreiro.

Consta que ainda hoje, o mais lindo pomar de cerejeiras que se encontra na estrada que vai de Jericó para Jerusalém, terá sido plantado pelo velho Zebedeu depois desta viagem.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O que é?

Estive aqui a ver umas fotografias e lembrei-me de uma adivinha muito antiga, que já não faz tanto sentido nos dias de hoje, mas que te vou colocar a ver se consegues dar a resposta.

Se adivinhares tens um prémio, se não adivinhares pedes à mãe para te explicar.

É assim:

Verde foi meu nascimento
E de luto me vesti
Para dar a luz ao Mundo
Mil tormentos padeci.

Se acertaste o teu prémio é o dente que caiu ao André. Mentira... é um chocolate que o tio te vai dar!